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separadorPartido Humanista Internacional
Reunião na Argentina

No passado dia 4 de Janeiro de 2010, realizou-se no Parque de Estudo e Reflexão de Punta de Vacas (Argentina), uma reunião do Partido Humanista Internacional, com a participação de representantes dos PH's de cerca de duas dezenas de países, entre os quais Portugal, com vista a preparar a nova etapa aberta com a reestruturação do Movimento Humanista e os seus organismos no final do ano passado.

Foto da reunião

Documentos relacionados: Resumo da reunião, Documento sobre o PHI

separador Mais informações no site do PHI
separadorEleições Legislativas 2009
Frente Ecologia e Humanismo - tempos de antena

Veja todos os tempos de antena no Youtube...

http://www.youtube.com/watch?v=hwkaPc7BoNc

http://www.youtube.com/watch?v=JH4-cwc19-U

http://www.youtube.com/watch?v=-ZiVk3UXYiY

http://www.youtube.com/watch?v=mN0I899FM7w

http://www.youtube.com/watch?v=CgiJrGQUrLw

http://www.youtube.com/watch?v=1hKhbn_yjnw

http://www.youtube.com/watch?v=2b0K8o3FwTk

separador Mais informações no site da FEH
separadorEleições Legislativas 2009
Frente Ecologia e Humanismo

Frente Ecologia e Humanismo Visite o sítio da Frente Ecologia e Humanismo para consultar o programa eleitoral e as actividades de campanha.

http://www.ecologiahumanismo.net

 
separadorEleições Legislativas 2009
Frente Ecologia e Humanismo

Entrevista à Rádio Renascença, veja o vídeo neste endereço:

http://www.rr.pt/multimedia_video_legislativas.aspx?fid=1164&fileid=88430

Entrevista à Antena 1 de Luís Filipe Guerra:

http://tv1.rtp.pt/antena1/index.php?t=Legislativas-2009---Entrevista-a-Luis-Filipe-Guerra.rtp&article=1210&visual=11&tm=16&headline=13

 
separadorDia Internacional da Paz
Cartas enviadas ao Governo Civil do Porto e ao Comandante da Região Militar do Norte

Como V. Exa. sabe, celebra-se hoje o Dia Internacional da Paz.

Por isso, é importante recordar que Portugal está actualmente a participar numa guerra, concretamente no Afeganistão, para onde se prepara para enviar novo contingente militar.

A participação portuguesa na Guerra do Afeganistão não é aceitável à luz do artigo 7º, n.os 1 a 3 da Constituição da República Portuguesa, pelo que a decisão governamental de entrar na mesma tem que ser havida como inconstitucional, ainda que formalmente não tenha sido declarada guerra por nenhuma das potências ocupantes àquele país.

Por outro lado, em face do direito internacional, a invasão militar do Afeganistão foi claramente ilegal, dado não ter sido previamente autorizada pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas (apesar de ter havido posteriormente resoluções deste organismo internacional a validar o facto consumado da presença militar estrangeira no território daquele Estado).

E, por último, Portugal não estava obrigado, no âmbito da Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO, na sigla inglesa) a apoiar os Estados Unidos da América nesta expedição militar, dado que não se tratava de repelir uma agressão externa a um país aliado, mas sim de uma ofensiva bélica e de uma ocupação militar que foi muito para além de qualquer conceito de “legítima defesa”.

Face ao exposto, Portugal não pode continuar a ser um cúmplice desta situação ilegal e imoral, tanto mais que os factos já se encarregaram de demonstrar que a guerra não está a resolver nada, mas apenas a semear o seu sinistro rasto de destruição e morte e a alimentar o ressentimento e o ódio, que inevitavelmente desembocarão em mais violência.

Por isso, exigimos, neste dia especial, que Portugal dê um sinal claro a favor da paz, procedendo à retirada imediata do seu contingente militar do Afeganistão e passando a promover a solução negociada do conflito afegão, com a participação e o diálogo de todos os sectores da sua população. E solicitamos a V. Exa. que dê parte do conteúdo desta missiva ao Sr. Chefe do Estado-Maior do Exército, nomeadamente para que lhe conste e faça saber aos decisores políticos que não existe consenso na sociedade portuguesa sobre esta guerra de ocupação e que não é legítimo enviar militares nacionais para esse teatro de operações. 

 
separadorEleições Legislativas 2009
Governo e partidos com assento parlamentar tentam decapitar P.H. e constrangem a participação do seu líder na campanha eleitoral

No seguimento das recentes eleições europeias, o Conselho de Acompanhamento dos Julgados de Paz, órgão administrativo formado por representantes do Ministro da Justiça, do Presidente da Assembleia da República e dos diversos grupos parlamentares, deliberou que os juízes de paz não podiam exercer funções político-partidárias nem ser candidatos a eleições, visando clara e exclusivamente o Secretário-Geral do Partido Humanista (PH), Luís Filipe Guerra.

Trata-se de uma deliberação que não tem suporte legal, dado que os juízes de paz são equiparados a funcionários públicos (e não a juízes) e que a apreciação da inelegibilidade dos candidatos cabe exclusivamente aos Juízes de Direito a que a lei eleitoral atribui competência. Ora, no caso das próximas eleições legislativas, o Secretário-Geral do PH foi admitido como candidato, nas listas da FEH – Frente Ecologia e Humanismo, pelo Tribunal Cível de Lisboa. Assim, além do mais, a deliberação em causa é abusiva.

Porém, com essa deliberação, o Secretário-Geral do PH está ameaçado de perseguição disciplinar, nomeadamente se tiver participação activa na campanha eleitoral já em curso e se não cessar a sua actividade política.

A referida deliberação atenta, pois, contra os direitos fundamentais reconhecidos constitucionalmente, nomeadamente a liberdade de expressão e informação, a liberdade de asociação política, o direito de antena e o direito de acesso a cargos públicos. E constitui uma forma de interferência ilegítima na campanha eleitoral em curso e no próprio acto eleitoral que se avizinha, cuja responsabilidade recai, no fundo, no Governo e nos próprios partidos com assento parlamentar, alguns dos quais têm precisamente andado a denunciar “o clima de asfixia democrática”.

Porto, 16 de Setembro de 2009

  A Secretaria de Imprensa

 
separadorEleições Legislativas 2009
Frente Ecologia e Humanismo

O Partido Humanista e o MPT - Partido da Terra vão concorrer às eleições legislativas em coligação através da Frente Ecologia e Humanismo.

separador Mais informações no site da FEH
separadorEleições Europeias 2009
A força da não-violência

Sim à Paz e a uma política de não-violência activa

Sim aos direitos fundamentais como prioridades políticas

Sim ao diálogo entre culturas e à defesa dos direitos dos imigrantes

Sim a uma Europa jovem e com futuro

Sim ao acesso à água, à energia e a um ambiente saudável

Candidatos

separador Mais informações
Iniciativas
Marcha Mundial pela Paz e a Não Violência

Logo da marcha mundialO PH adere à MM por se identificar plenamente com os seus objectivos e querer contribuir, com a sua participação, para a difusão de uma consciência não-violenta, que é própria da atitude humanista.

O PH partilha do sentimento de urgência que motiva os organizadores da MM, atendendo à crescente violência (física, económica, racial, religiosa, sexual e psicológica) que afecta as relações humanas actualmente, bem como à ameaça de um conflito nuclear catastrófico.

Não obstante, o PH confia nas possibilidades de mudança do ser humano e aposta na MM para fazer com que a humanidade escolha a paz e a não-violência para o seu futuro.

 

Mais informações
Direitos Humanos
3ª Marcha de Orgulho Lésbico, Gay, Bissexual e Transgénero no Porto

12 de Julho de 2008
15:00h
Praça da República, Porto

Mais informações Posição humanista
Filiação no Partido Humanista
O futuro da democracia reside na diversidade

Ser militante do PH não é apenas apoiar uma alternativa aos partidos que dominam o panorama político português. É participar numa corrente que aspira a uma revolução do sistema político e social através da não-violência activa. O PH pretende ser um instrumento de construção de uma sociedade mais justa, que garanta a todas as pessoas igualdade de direitos e oportunidades. Essa revolução será possível na medida em que muitas pessoas (cinco mil, porque não?) trabalhem para trazer à luz do dia as melhores aspirações da humanidade.

Ficha de filiado
Portugal pela paz
Petição à assembleia da república

O Partido Humanista subscreve a petição à Assembleia da República para que esta se pronuncie sobre a inclusão da renuncia à guerra como forma de resolução de conflitos na Constituição da República Portuguesa.

Mais informações
Compromissos dos HUMANISTAS

Considerar o ser humano como valor máximo, acima do dinheiro, do Estado, da religião, dos modelos e dos sistemas sociais.

Impulsionar a liberdade de pensamento, para além dos limites impostos pelos preconceitos estabelecidos em cada época como verdades absolutas.

Promover a igualdade de direitos e de oportunidades para todos os seres humanos.

Dar prioridade à saúde, à educação e à qualidade de vida de todos os habitantes de Portugal, da Europa e do mundo.

Reconhecer e alentar a diversidade de costumes e culturas.

Opor-se a todas as formas de discriminação.

Consagrar a resistência justa contra todas as formas de violência física, económica, racial, religiosa, sexual, psicológica e moral.

Construir um país livre, justo e solidário, unido na diversidade, que se converta na vanguarda da Nação Humana Universal.