Página inicial
Documento do Movimento Humanista

Os humanistas são mulheres e homens deste século, desta época. Reconhecem os antecedentes do Humanismo histórico e inspiram-se nos contributos das diferentes culturas, não só daquelas que neste momento ocupam um lugar central. São, além disso, homens e mulheres que deixam para trás este século e este milénio e se projectam para um novo mundo.

Os humanistas sentem que a sua história é muito longa e que o seu futuro é ainda mais extenso. Pensam no porvir, lutando por superar a crise geral do presente. São optimistas, crêem na liberdade e no progresso social.

ver texto completo

Discurso dos 30 anos do Movimento
Aqui estamos novamente! Aqui estamos nesta celebração rodeados por uns poucos amigos que estiveram presentes desde o começo das nossas actividades e também em companhia de outros que desde tempos mais recentes nos acompanham nesta difícil tarefa de humanização num mundo que, em direcção inversa às nossas aspirações, se desumaniza dia após dia.

Por outro lado e em atenção a alguns dos presentes que não contam com uma versão adequada dos nossos trabalhos e do nosso ideário, julgamos que é justo desenvolver para eles alguns pontos que, ainda que excessivamente simplificados, podem deixar-lhes uma imagem aproximada dos factos que deram origem a esta corrente de pensamento e acção que se expressou publicamente pela primeira vez, nesta mesma paragem desolada, faz hoje trinta anos.

ver texto completo

Sobre a coerência

(...)
1. A mudança e a crise
Nesta época de grande mudança estão em crise os indivíduos, as instituições e a sociedade. A mudança será cada vez mais rápida tal como as crises individuais, institucionais e sociais. Isto anuncia perturbações que talvez não sejam assimiladas por amplos sectores humanos.

(...)
4. Necessidade de dar orientação à própria vida
Portanto, é fundamental dar direcção a essa mudança inevitável e não há outra forma de fazê-lo senão começando por si mesmo. Em cada um deve dar-se direcção a estas mudanças desordenadas cujo rumo desconhecemos.

ver texto completo

O voluntário

(...)
Mas por que razão algumas pessoas fazem coisas que transcendem o efeito imediato da sua acção desinteressada? O que é isto? O que é que fazem com a sua cabeça para se moverem de um modo tão estranho? Do ponto de vista das sociedades consumistas, essa é uma forma atípica de se mover. Todo aquele que nasceu, que se educou, que se desenvolveu, que recebeu o impacto e a difusão de uma estrutura consumista, tende necessariamente a ver o mundo no sentido da nutrição pessoal.

ver texto completo

A cura do sofrimento

(...)
Esta é a primeira intervenção pública de Silo. Com uma envolvente mais ou menos poética, explica-se que o conhecimento mais importante para a vida (“a real sabedoria”) não coincide com o conhecimento de livros, de leis universais, etc., mas sim que é uma questão de experiência pessoal, íntima. O conhecimento mais importante para a vida está referido à compreensão do sofrimento e à sua superação.

ver texto completo

Os princípios

(...)
Eu não te falo de liberdade. Falo-te de libertação, de movimento, de processo. Não te falo de liberdade como algo quieto, mas sim de libertar-se passo a passo, como se vai libertando do necessário caminho percorrido aquele que se aproxima da sua cidade. Então, "o que se deve fazer" não depende de uma moral longínqua, incompreensivel e convencional, mas sim de leis: leis de vida, de luz, de evolução.

Eis os chamados "Princípios" que podem ajudar na busca da unidade interior.

ver texto completo

© Movimento Humanista | Conselho 139 | contacto(at)movimentohumanista.com